• Apesar de alguma recuperação económica desde 2004, a Guiné-Bissau continua a ter dos mais baixos desenvolvimentos humanos do mundo e grande peso das actividades económicas informais e inclusivamente ilícitas, como o tráfico de droga.

    A crescente importância do país como placa giratória no tráfico de droga entre a América do Sul e a Europa tem suscitado preocupação dos parceiros internacionais guineenses e das Nações Unidas, que querem ver o problema resolvido antes de retomar plenamente a ajuda ao desenvolvimento do país.

    No início de Julho, a Organização Não-Governamental International Crisis Group divulgou um relatório em que apela à aceleração de reformas que reforcem a capacidade e autoridade das instituições estatais, a mais urgente das quais é a das Forças Armadas "para que o sistema político seja libertado do jugo dos militares".

  • Dar ferramentas para que as comunidades que ainda praticam a mutilação genital feminina em Guiné-Bissau abandonem a prática é a estratégia de um novo programa lançado no início de Junho no país. A iniciativa é resultado de uma parceria entre o governo guineense com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Fundo das Nações Unidas para a População.

  • A cooperação entre a Guiné-Bissau e a Gâmbia já dá resultados palpáveis, disse a embaixadora da Guiné-Bissau naquele país, Munira Jauad.

    Assistência médica e medicamentosa para a comunidade guineense na Gâmbia e a disponibilidade de Yahya Jammeh de colocar dois barcos para trocas comerciais entre Bissau e Banjul, são exemplo disso.

    Em entrevista à BBC, Munira Jauad destacou as áreas de cooperacão definidas durante a reunião da comissão mista dos dois países, recentemente realizada, em Banjul.

    “Pautamos esencialmente pelas áreas económicas, nomeadamente a agricultura, pescas, energia e turismo. A Gâmbia promete dar todo o apoio à Guiné-Bissau para resolver o problema energético”, disse a embaixadora.

  • Os postos de abastecimento de combustíveis em Bissau, Guiné-Bissau, estão encerrados e não está a ser vendido gasóleo, o que pode levar à paralisação de vários sectores no país caso a situação não seja resolvida nos próximos dias. Segundo uma fonte do gabinete do primeiro-ministro guineense, Martinho N'Dafa Cabi, a falta de gasóleo deve-se a uma ruptura de stock do carburante, que alimenta mais de 80 por cento do parque automóvel do país, bem como geradores de estabelecimentos comerciais, unidades hoteleiras e várias empresas.

  • Na Guiné-Bissau morrem mais crianças actualmente do que nos últimos anos. A revelação consta nos resultados de Inquéritos aos Indicadores Múltiplos publicados quarta-feira, em Bissau.

  • O registo biométrico de potenciais eleitores da Guiné-Bissau no âmbito das legislativas marcadas para 16 de Novembro deverá iniciar-se a 01 de Julho, disse hoje o secretário Estado da Administração Territorial guineense. Segundo Cristiano Na Bitan, o governo guineense e os parceiros da cooperação estão empenhados em dar início, a 01 de Julho, ao registo biométrico dos eleitores na data prevista no cronograma das acções a levar a cabo no âmbito da preparação das legislativas de Novembro.

  • As Nações Unidas reconhecem "grandes progressos" na consolidação da paz na Guiné-Bissau, mas encorajam as autoridades a continuar com os esforços, disse hoje em Bissau Maria Luiza Viotti, chefe da missão da Consolidação da Paz da ONU.

  • A Liga Guineense dos Direitos Humanos exigiu hoje a demissão do Ministro da Administração Interna da Guiné-Bissau e do comissário-geral da Polícia de Ordem Pública devido ao assassínio no domingo de um agente da Polícia Judiciária

  • Na Guiné-Bissau o parlamento aprovou uma lei excepcional que determina a extensão do mandato legislativo até às próximas eleições. Os deputados evitam assim o vazio legislativo que passaria a existir a partir do dia 21 de Abril, pois o mandato governativo deveria terminar um dia antes.