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Food Rebellions! Food Rebellions! Crisis and the hunger for justice Eric Holt-Giménez & Raj Patel.

Food Rebellions! takes a deep look at the world food crisis and its impact on the global South and under-served communities in the industrial North. While most governments and multilateral organisations offer short-term solutions based on proximate causes, authors Eric Holt-Giménez and Raj Patel unpack the planet's environmentally and economically vulnerable food systems to reveal the root causes of the crisis.

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Artigos Principais

RSS Feed

Luandino Vieira faz 80 anos

Vários

2015-05-20, Edição 85


cc TN
São 80 anos de uma grande e complexa história de vida onde a literatura é parte substancial. Nascido em Ourém (Portugal) viria a lutar convictamente pela independência de Angola. Foi preso político no Tarrafal em 1964, saindo a 1972, com residência vigiada em Lisboa. No regresso a Angola onde não lhe faltou acesso a importantes cargos: director da Televisão Popular de Angola (1975-1978), director do Departamento de Orientação Revolucionária do MPLA (1975-1979) e do Instituto Angolano de Cinema (1979-1984) e ainda secretário-geral da União dos Escritores Angolanos. Na sequência das eleições de 1992 e regresso da guerra civil, escolhe viver no norte de Portugal, Vila Nova De Cerveira. Em 2006 recusava o maior galardão literário da língua portuguesa: o Prémio Camões. Tem a editora Nossomos através da qual se entusiasma a publicar poetas angolanos.

Racismo na infância: o dia em que minha mãe mudou a minha vida

Tatiane Pereira de Souza

2015-05-20, Edição 85


cc ORP
Não escolhi estar na educação à toa, trabalhar a favor da diversidade e da equidade social e racial na escola foi uma escolha intencional e política, cuidadosamente educada e instruída pelos livros, mas sobretudo pelo exemplo e militância da minha mãe Maria Abadia Ferreira da Costa.

Carta aberta de Mia Couto ao Presidente da África do Sul

Sobre o genocídio no país

Mia Couto

2015-04-21, Edição 83


c c PB
Lembramo-nos de si em Maputo, nos anos oitenta, nesse tempo que passou como refugiado político em Moçambique. Frequentes vezes nos cruzámos na Avenida Julius Nyerere e saudávamo-nos com casual simpatia de vizinhos. Imaginei muitas vezes os temores que o senhor deveria sentir, na sua condição de perseguido pelo regime do apartheid. Imaginei os pesadelos que atravessaram as suas noites ao pensar nas emboscadas que congeminavam contra si e contra os seus companheiros de luta. Não me recordo, porém, de o ter visto com guarda costas. Na verdade, éramos nós, os moçambicanos, que servíamos de seu guarda costas.

O racismo tem uma relação funcional com o capitalismo

Deny Glover

2015-04-21, Edição 83


cc PT
Danny Glover ainda não sabia, mas na tarde daquela quarta-feira (15), estaria exausto. O ator, ativista e produtor norte-americano veio ao Brasil para participar de um congresso da CUT na terça-feira (14). No dia seguinte, acordou cedo, saiu de seu hotel próximo ao aeroporto de Guarulhos e foi, acompanhado de militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), conhecer a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF).

Afrofobia Vs Panafricanismo

Agualusa

2015-04-21, Edição 83


c c EH
O que se está a passar envergonha a África do Sul. Envergonha África. Envergonha a humanidade inteira.

Tragédia no Mediterraneo

Carlos Fino

2015-04-21, Edição 83


cc PP
Hoje, vinte anos volvidos sobre a Declaração de Barcelona, assistimos ao completo falhanço dessa tentativa de antecipar e controlar os acontecimentos, com desastres humanitários sucessivos cada vez mais graves, que transformaram o Mediterrâneo, nas palavras do Papa, num autêntico cemitério.

A crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia.

Leonardo Boff

2015-04-21, Edição 83


cc RF
Teólogo afirma que veículos de comunicação são golpistas e contra o povo, mas com os movimentos sociais emergiu uma nova consciência política, e o outro lado ficou sem condições de dar o golpe.

Opressão em África: uma interrelação clássica

George Mwai

2015-03-30, Edição 82


c c KTN
É bem verdade que as décadas de organização na África têm assumido, erradamente, que os problemas sociais são os desafios que enfrentam discretos apenas grupos específicos - e que devem ser enfrentados como tal.

Desconectando as bolinhas minerais-energia-clima

Patrick Bond

2015-03-30, Edição 82


c c UKZN
Podem africanos com talentos-conectando pontos agora considerar mais força um modelo eco-socialista? Precisamos recuperar as tradições socialistas de Fanon, Lumumba, Cabral, Rodney, Ruth First, Sankara e Chris Hani; e a estas adicionar ambientalistas, feministas e ativismos intersetoriais outros. Ou perecer.

Reflexões sobre Ongs na Tanzania: o que somos, o que não somos e o que deveríamos ser.

Issa G. Shivji

2015-03-30, Edição 82


c c IPP
Nós não temos muitas oportunidades em que podemos sentar e refletir sobre nós mesmos como ativistas da sociedade civil. Refletindo sobre quem somos, o que estamos fazendo e para onde estamos indo não requer qualquer justificação. Neste dia e idade da hegemonia imperial transmitida aos povos do mundo através de agências estatais e não-estatais, é ainda mais importante que criemos oportunidades e conscientemente nos perguntemos o questionamento fundamental: Estamos servindo aos melhores interesses das nossas pessoas que trabalham?

Uma vida de engajamento critico. Uma entrevista com Issa Shivji

Sabatho Nyamsenda

2015-03-30, Edição 82


c c FLI
O "onguismo" neo liberal e a cultura de consultoria, com sua ênfase na política - mais "ação", pouca atenção - e prognóstico prescritivo, tomou um pedágio em nosso pensamento intelectual, cujo resultado é que abdicaram de análise e compreensão ampla do mundo.

Benefícios e custos da homofobia. O frame neoliberal e a luta por identidades

Leila van Rinsum

2015-03-30, Edição 82


c c EC
As lutas da comunidade LGBT estão ligadas às lutas universais para libertação do povo da hegemonia do mundo capitalista do homem-branco e seus aliados. Mas o opressor - e até mesmo ativistas - têm dividido nesta luta e reduziu-a a uma questão de identidade.

Opressão não governamental e juventude no Kenya.

Wangui Kimari e Ruth Nyambura

2015-03-30, Edição 82


c c PSTU
As ONGs fazem um bom trabalho, certamente, mas eles não podem escapar a acusação de que muitas vezes eles estão focados em profissionalizar "desenvolvimento" e as lutas das pessoas através de seu constante fornecimento de estatísticas, relatórios e estudos de caso. Raramente estas organizações combatem injustiças estruturais enraizadas que sustentam os problemas que tentam resolver.

Charlie Hebdo’, Nigéria, Salvador...

Rosane Borges

2015-03-23, Edição 81


c c GLD
Num mundo que se quer transparente, onde tudo ou quase ganha visibilidade, porções significativas de fatos e ocorrências de inegável importância são relegadas à sombra. As tragédias recentes, a exemplo do ataque ao semanário francês Charlie Hebdo, das mortes na Nigéria e da chacina de jovens negros em Salvador nos levam a tensionar o par visibilidade-invisibilidade a partir do instituto jornalístico. Para tanto, recorremos aos conceitos de biopoder e necropolítica na chave explicativa dos pensadores Michel Foucault, Achille Mbembe e Sueli Carneiro.

A greve e o silêncio: um professor explica o que a mídia tenta esconder

Pedro Ramos de Toledo

2015-03-23, Edição 81

Na rede pública do Estado de São Paulo, a angústia, a insatisfação e a sensação de fracasso profissional não faltam um único dia. Não abonam, não tiram licença médica e podem ser encontrados na sala dos professores das 7h às 23h, diariamente, entre a copa do cafezinho e a sala da direção.

Carta aberta ao governador Rui Costa, da Bahia

Ana Maria Gonçalves

2015-03-23, Edição 81


c c RF
esmo no carnaval, há uma grande diferença entre vestir a camisa e se fantasiar. Penso nisso enquanto vejo várias fotos em que o senhor aparece, sorridente, com a camisa do Ilê Aiyê, bloco afro que, neste ano, homenageou a Jamaica.

Moçambique: As armadilhas da consciência nacional

Madalitso Zililo Phiri e Antonio Macheve

2015-03-23, Edição 81


c c RV
Aclamado pela financeira internacional para ser uma "história de sucesso" na área de paz e recuperação econômica em período pós-conflito, Moçambique é realmente uma democracia dirigida, em contraste com as democracias africanas inclusivas enraizadas na luta anti-colonial. O aperto indiscutível no poder Frelimo criou um sistema elitista que, fundamentalmente, se desvia da ideologia revolucionária do partido.

Meninos negros na escola: poder, racismo e masculinidade

Adriano Senkevics

2015-02-26, Edição 80


c c ED
Há variadas formas de se abordar a questão das diferenças – de gênero, cor/ raça, idade, origem, etc. – na escola. Uma delas, bastante em voga na atualidade, tende a enfatizar o aspecto multicultural que usualmente caracteriza a sociedade brasileira.

Nossa gente não tá nem aí para seu carguinho.

Seu Tutorial de Versinho, Seu Classificado de Editais e Sua Arrogância Acadêmica

Hamilton Borges Walê

2015-02-26, Edição 80


c c BP
A Rondesp é uma polícia produtora e coletora de corpos pretos, agindo como uma ave de rapina e tem endereço certo sua forma de agir: nossos locais de moradia, nossas comunidades que nem sentem o cheiro das políticas públicas que essa gente perfumada tanto fala nas intermináveis conferências que se faz nos intervalos do circo eleitoral. Nossa gente vive sem a presença do Estado, com exceção do “ESTADO DE EXCEÇÃO” que a polícia incrementa.

Contradições na FRELIMO: Divisão ou estratégia?

Calton Cadeado

2015-02-26, Edição 80


c c DW
O partido no poder em Moçambique pauta por um comportamento contraditório quanto à ideia de governação autónoma da RENAMO. Analista defende que se trata de uma estratégia da FRELIMO para suplantar o partido de Dhlakama.

Moçambique: uma ditadura sem alternativas, ou uma alternativa para os ditadores?

Boaventura Monjane

2015-01-29, Edição 79


cc CV
As eleições de 2014 foram uma decepção para aqueles que esperavam para a mudança. Apesar da forte oposição da Renamo e do Movimento Democrático de Moçambique mais recente, a Frelimo manteve o controle sobre o poder que tem tido desde a independência, apesar das acusações de irregularidades graves. Alternativas reais, no entanto, são mais propensas a sair dos movimentos sociais de Moçambique.

A questão do "Colonialismo Interno"

Hanno Brankamp

2015-01-29, Edição 79


cc HI
Colônias internas - ou seja, espaços regidos pela "regra da diferença" - persistem hoje, mas a politização do termo colonialismo tem impedido uma discussão sóbria do assunto em muitos casos.

Charlie Hebdo: "Je suis os brancos"

Margaret Kimberley

2015-01-29, Edição 79


cc BBC
O assassinato é errado quando cometido por pistoleiros individuais com rancores e ainda é errado quando se trata de um greve zangão. Uma marcha de unidade deve denunciar as violações dos direitos humanos, das quais a guerra é a pior delas.

Censores marcham pela liberdade de expressão

PEN Internacional

2015-01-29, Edição 79

Na esteira dos assassinatos brutais de jornalistas do semanário Charlie Hebdo, PEN apela aos governos para implementar seus compromissos com a liberdade de expressão e que desistam de cercear ainda mais a liberdade de expressão através da expansão da vigilância.

Charlie Hebdo: Uma reflexão difícil

Boaventura deSousa Santos

2015-01-19, Edição 78


cc BCN
O crime hediondo que foi cometido contra os jornalistas e cartoonistas do Charlie Hebdo torna muito difícil uma análise serena do que está envolvido neste ato bárbaro, do seu contexto e seus precedentes e do seu impacto e repercussões futuras. No entanto, esta análise é urgente, sob pena de continuarmos a atear um fogo que amanhã pode atingir as escolas dos nossos filhos, as nossas casas, as nossas instituições e as nossas consciências. Eis algumas das pistas para tal análise.

Por que matamos tantos jovens negros no Brasil?

Ana Paula Pelegrino

2015-01-19, Edição 78


cc UA
O ano de 2013 marcou os 20 anos de dois tristes episódios da história recente: as chacinas de Vigário Geral e da Candelária. O que elas tiveram em comum? Em rompantes de violência extrajudicial, policiais militares mataram inocentes, muitos deles jovens. Ambas são expoentes trágicos de um problema cotidiano.

Os engraçadinhos

Shailja Patel

2015-01-19, Edição 78


cc ABI
Tirinhas de estupro são engraçadas caso seja inconcebível que você pudesse ser um dia estuprado. Se você vive numa bolha de privilégios de gênero que te insula de todas as conseqüências de uma cultura do estupro.

O feminismo em África

Chinwe Ohanele

2014-07-21, Edição 77


cc VG
O que é o feminismo na África? O feminismo é a presença de uma mulher chefe de Estado no Mali ou na Libéria? É ele o primeiro rascunho dos direitos das mulheres na Constituição da Etiópia com a autoria de Meaza Ashenafi? Ou é a primeira Primeira Ministra mulher do Senegal? Talvez o feminismo seja a eleição de Aminata Toure como primeira mulher a ter uma cadeira na Africa Union.

Fotografia real da Guiné Bissau

Antonio Nanfade

2014-07-21, Edição 77


cc DN
Bissau é uma cidade falsa e falseada desde a independência do país nos anos de 1970, os citadinos a viverem a mercês das esmolas dos governantes que pensam serem senhores do poder absoluto, pois fazem tudo e mais alguma coisa, mas ninguém é responsabilizado por nada e de nada ninguém teme. Até os ditos instruídos, tem sérios problemas em distinguir o bem do mal, por simples razão “sin n’fala kil ki bardadi nha fugon na paga”.

Carlos Lopes em entrevista sobre democracia em Cabo Verde

Carlos Lopes

2014-07-21, Edição 77


cc EO
Na passada sexta-feira, o secretário-geral adjunto da ONU, o guineense Carlos Lopes, falou pouco mais de meia hora no II Fórum Nacional de Transformação e provocou um sismo cujas ondas de choque ainda hoje se sentem em Cabo Verde. Apontou as três questões que considera fracturantes para o arquipélago: uma democracia polarizada e lenta a tomar decisões, um excesso de tradição jurídica e os perigos da descentralização desmedida. Desconstruiu os pólos de desenvolvimento: cluster do mar a competir com grandes investimentos na costa africana, hub aéreo com oportunidades perdidas, praça financeira dependente dos bancos portugueses “e preguiçosos” porque preferem a segurança do investimento em títulos do tesouro à capitalização do sector privado.

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