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Food Rebellions! Food Rebellions! Crisis and the hunger for justice Eric Holt-Giménez & Raj Patel.

Food Rebellions! takes a deep look at the world food crisis and its impact on the global South and under-served communities in the industrial North. While most governments and multilateral organisations offer short-term solutions based on proximate causes, authors Eric Holt-Giménez and Raj Patel unpack the planet's environmentally and economically vulnerable food systems to reveal the root causes of the crisis.

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Artigos Principais

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Donas do próprio destino: as mulheres que desafiam os índices de desigualdades

Melissa Castilho Diamantino

2015-06-29, Edição 88

O empreendedorismo para a mulher negra, que já tem uma luta dobrada para enfrentar os preconceitos de gênero e de raça, tem sido um caminho promissor para driblar as altas taxas de desemprego e os baixos salários. Aliado ao conhecimento, esse formato de trabalho autônomo, tem contribuído para a conquista de respeito social, identidade e sucesso para muitas mulheres.

Docente Nuno Alvaro Dala entre os detidos no dito caso.

José Patrocício

2015-06-29, Edição 88


cc PZ
"Quando o pensamento se torna um crime escrever e falar transformam-se num acto heróico", FG. A verdade é que o docente universitário e investigador Nuno Álvaro Dala é o número dois da suposta causa da detenção dos REVÚS. Tudo (como bem sei e espero não estar enganado) terá surgido dele mesmo quando depois de uma palestra numa das universidades privadas do país abordou ao Domingos da Cruz, seu colega e um dos escritores mais críticos e frontais dos últimos anos, que os jovens do movimento revolucionário e demais angolanos que possuem uma postura filosófica coerente com a realidade do país precisavam ser submetidos a uma palestra ou debate sobre a mais acertada via de libertação de Angola.

Ativistas detidos em Angola têm de ser imediatamente libertados

Anistia Internacional

2015-06-29, Edição 88

As autoridades angolanas têm de libertar imediatamente e de forma incondicional os ativistas que foram detidos em Luanda no passado sábado, 20 de junho, sustenta a Amnistia Internacional entendendo que a detenção destes ativistas é um estratagema para suprimir as vozes dissidentes e a liberdade de reunião pacífica no país.

Acusação contra activistas é uma aberração

Raul Tati

2015-06-29, Edição 88


cc EM
A acusação do regime angolano contra os 15 jovens detidos há uma semana e acusados de preparar um atentado contra o Presidente da República é “uma aberração”, considera o activista de Cabinda Raul Tati. Em entrevista à agência Lusa, em Lisboa, onde se encontra a fazer doutoramento, Raul Tati comentou a detenção dos 15 jovens detidos, no sábado passado, em Luanda, e a acusação do Ministério Público de que estariam a preparar um atentado contra o Presidente da República e outros membros dos órgãos de soberania. O grupo ficou em prisão preventiva, “por inconveniência da liberdade provisória”.

Cristofobia: a propósito de mais uma baboseira nacional

Luiz Cládio Pereira

2015-06-22, Edição 87


cc MA
Diz-se, desde que me conheço por gente, que o Brasil é um país a ser observado. Somos um laboratório e, portanto, lugar de gestão do novo em velho, e do velho em novo. Assistimos agora, por exemplo, o embate entre sistema de crenças e sistemas de valores, fruto tardio de uma passagem crítica de um mundo rural limitado para um mundo urbano, amplo e inclusivo. Desta fricção erigimos possivelmente nossa nova paisagem moral, e dela decorrerá parte da dinâmica de nosso sistema cultural no futuro.

No Brasil, intolerância religiosa nega e tenta inibir cultura mestiça

Marcela Belchior

2015-06-22, Edição 87


cc HP
Discriminação e ataques recaem, principalmente, sobre religiões de ancestralidade africana. Doutor em Ciências Sociais discorre sobre pluralidade e os preconceitos movidos a interpretações da fé.

Nossa língua africana

Yeda Pessoa de Castro

2015-06-22, Edição 87


cc AM
“A proximidade entre o português arcaico e as línguas do grupo banto resultou no português que falamos hoje”. Entrevista com a professora Yeda Pessoa de Castro.Em Angola, ela é Yeda “Mun-tu” Castro. Na Nigéria, é Yeda Pessoa “Olobumim” Castro. Vem de longe a relação da etnolinguista e professora da Universidade do Estado da Bahia com a cultura africana. Ainda criança, em Feira de Santana, Yeda viu-se com o desejo de decifrar a incompreensível língua falada pelos negros. Desejo que a levou a desbravar um caminho em tudo pioneiro: mestrado na Nigéria, doutorado no Zaire e a descoberta de uma herança linguística fundamental para o português falado no Brasil.

A Intolerância Religiosa que mata na Bahia: “queima satanás, liberta senhor, destrói a feitiçaria”.

Marcelo Ferrão

2015-06-22, Edição 87


cc GD
Mãe Dede não faleceu de morte natural. Foi assassinada, de forma premeditada e cruel.A ialorixá mais idosa de Camaçari, foi mais uma vítima da crescente intolerância religiosa que contamina o país. Tudo começou há cerca de um ano, quando a bendita “Casa da Oração” resolveu instalar-se nas proximidades do terreiro de candomblé.

Não, não nos silenciarão

Kelly X. Madaleny

2015-06-22, Edição 87

Dos casos de intolerância religiosa que tem sido denunciados nos últimos tempos, o que mudou? Será que nunca foi assim, e agora que determinados grupos resolveram iniciar uma batalha entre o bem e o mal? Vejo pessoas interferindo neste contexto de forma pessoal, como se nossas denúncias fossem nomeadas, tivessem endereço, telefone e até CPF.

A hipocrisia contra as religiões de matriz africana foi sacrificada

Djamila Ribeiro

2015-06-22, Edição 87

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul derrubou, em 28 de maio, um relatório favorável ao projeto de lei que proíbe o sacrifício de animais em rituais religiosos, de autoria da deputada Regina Becker (PDT). No último dia 12, a decisão foi reafirmada. A mesma CCJ aprovou um parecer contrário ao projeto, considerado inconstitucional, uma vez que a Constituição diz ser “inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

O rap e o ativismo pelos direitos humanos em Angola

Susan de Oliveira

2015-05-28, Edição 86


c c GF
O rapper MC Kappa (MCK) é uma voz que fala diretamente aos angolanos pobres e excluídos. As suas letras estão carregadas de interpelações aos cidadãos e ao governo, fazendo denúncias das injustiças sociais e da violência policial. Um trecho da biografia de MCK, no blog “MCK…Respeita”, dá conta da sua visão sobre o caráter do rap: “’A música é um instrumento de luta’, prega na abertura do álbum Nutrição Espiritual (2006), o segundo da sua carreira.

UNITA desmente e acusa generais de "má-fé"

Lusa

2015-05-28, Edição 86


c c IGR
Além do julgamento que decorre em Luanda, em Portugal decorre um processo judicial movido pelos mesmos generais angolanos contra Rafael Marques, autor do livro Diamantes de Sangue publicado em 2011 pela editora Tinta da China.

Nunca fomos cordiais

Wedencley Alves

2015-05-28, Edição 86


c c AG
Hoje, mais cedo, um querido amigo me chamou a atenção para uma matéria da Folha, onde Manuel Castells afirma que não é a internet que nos faz violentos. Mas o próprio país, que tem um histórico longo de violências. Ele tem razão, mas não precisava, comentei, um estrangeiro nos dizer isso.

Vivemos um caos na educação de São Gonçalo

Andre Vieira

2015-05-28, Edição 86

São Gonçalo é o segundo maior município do estado do Rio de Janeiro com mais de um milhão de habitantes, atrás apenas da capital. Embora grande, a educação na cidade vive uma crise, segundo denuncia o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação no RJ (Sepe-RJ). Reunidos em assembleia na última terça-feira (12), cerca de 250 profissionais de educação decretaram greve por 72h a partir da próxima segunda-feira (18).

Afinal Quem é o Corrupto?

Willy Piassa

2015-05-28, Edição 86

Foi com um olhar de esperança que vi um país da África sub sariana, Botswana, colocado no 31o lugar da lista dos países mais transparentes do mundo relativamente ao ano de 2014. Esta posição mostra o caminho e as escolhas que a sociedade tswanesa tem feito ao longo dos seus mais de 50 anos de vida como nação independente

Luandino Vieira faz 80 anos

Vários

2015-05-20, Edição 85


cc TN
São 80 anos de uma grande e complexa história de vida onde a literatura é parte substancial. Nascido em Ourém (Portugal) viria a lutar convictamente pela independência de Angola. Foi preso político no Tarrafal em 1964, saindo a 1972, com residência vigiada em Lisboa. No regresso a Angola onde não lhe faltou acesso a importantes cargos: director da Televisão Popular de Angola (1975-1978), director do Departamento de Orientação Revolucionária do MPLA (1975-1979) e do Instituto Angolano de Cinema (1979-1984) e ainda secretário-geral da União dos Escritores Angolanos. Na sequência das eleições de 1992 e regresso da guerra civil, escolhe viver no norte de Portugal, Vila Nova De Cerveira. Em 2006 recusava o maior galardão literário da língua portuguesa: o Prémio Camões. Tem a editora Nossomos através da qual se entusiasma a publicar poetas angolanos.

Racismo na infância: o dia em que minha mãe mudou a minha vida

Tatiane Pereira de Souza

2015-05-20, Edição 85


cc ORP
Não escolhi estar na educação à toa, trabalhar a favor da diversidade e da equidade social e racial na escola foi uma escolha intencional e política, cuidadosamente educada e instruída pelos livros, mas sobretudo pelo exemplo e militância da minha mãe Maria Abadia Ferreira da Costa.

Carta aberta de Mia Couto ao Presidente da África do Sul

Sobre o genocídio no país

Mia Couto

2015-04-21, Edição 83


c c PB
Lembramo-nos de si em Maputo, nos anos oitenta, nesse tempo que passou como refugiado político em Moçambique. Frequentes vezes nos cruzámos na Avenida Julius Nyerere e saudávamo-nos com casual simpatia de vizinhos. Imaginei muitas vezes os temores que o senhor deveria sentir, na sua condição de perseguido pelo regime do apartheid. Imaginei os pesadelos que atravessaram as suas noites ao pensar nas emboscadas que congeminavam contra si e contra os seus companheiros de luta. Não me recordo, porém, de o ter visto com guarda costas. Na verdade, éramos nós, os moçambicanos, que servíamos de seu guarda costas.

O racismo tem uma relação funcional com o capitalismo

Deny Glover

2015-04-21, Edição 83


cc PT
Danny Glover ainda não sabia, mas na tarde daquela quarta-feira (15), estaria exausto. O ator, ativista e produtor norte-americano veio ao Brasil para participar de um congresso da CUT na terça-feira (14). No dia seguinte, acordou cedo, saiu de seu hotel próximo ao aeroporto de Guarulhos e foi, acompanhado de militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), conhecer a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF).

Afrofobia Vs Panafricanismo

Agualusa

2015-04-21, Edição 83


c c EH
O que se está a passar envergonha a África do Sul. Envergonha África. Envergonha a humanidade inteira.

Tragédia no Mediterraneo

Carlos Fino

2015-04-21, Edição 83


cc PP
Hoje, vinte anos volvidos sobre a Declaração de Barcelona, assistimos ao completo falhanço dessa tentativa de antecipar e controlar os acontecimentos, com desastres humanitários sucessivos cada vez mais graves, que transformaram o Mediterrâneo, nas palavras do Papa, num autêntico cemitério.

A crise é forjada, mentirosa e induzida pela mídia.

Leonardo Boff

2015-04-21, Edição 83


cc RF
Teólogo afirma que veículos de comunicação são golpistas e contra o povo, mas com os movimentos sociais emergiu uma nova consciência política, e o outro lado ficou sem condições de dar o golpe.

Opressão em África: uma interrelação clássica

George Mwai

2015-03-30, Edição 82


c c KTN
É bem verdade que as décadas de organização na África têm assumido, erradamente, que os problemas sociais são os desafios que enfrentam discretos apenas grupos específicos - e que devem ser enfrentados como tal.

Desconectando as bolinhas minerais-energia-clima

Patrick Bond

2015-03-30, Edição 82


c c UKZN
Podem africanos com talentos-conectando pontos agora considerar mais força um modelo eco-socialista? Precisamos recuperar as tradições socialistas de Fanon, Lumumba, Cabral, Rodney, Ruth First, Sankara e Chris Hani; e a estas adicionar ambientalistas, feministas e ativismos intersetoriais outros. Ou perecer.

Reflexões sobre Ongs na Tanzania: o que somos, o que não somos e o que deveríamos ser.

Issa G. Shivji

2015-03-30, Edição 82


c c IPP
Nós não temos muitas oportunidades em que podemos sentar e refletir sobre nós mesmos como ativistas da sociedade civil. Refletindo sobre quem somos, o que estamos fazendo e para onde estamos indo não requer qualquer justificação. Neste dia e idade da hegemonia imperial transmitida aos povos do mundo através de agências estatais e não-estatais, é ainda mais importante que criemos oportunidades e conscientemente nos perguntemos o questionamento fundamental: Estamos servindo aos melhores interesses das nossas pessoas que trabalham?

Uma vida de engajamento critico. Uma entrevista com Issa Shivji

Sabatho Nyamsenda

2015-03-30, Edição 82


c c FLI
O "onguismo" neo liberal e a cultura de consultoria, com sua ênfase na política - mais "ação", pouca atenção - e prognóstico prescritivo, tomou um pedágio em nosso pensamento intelectual, cujo resultado é que abdicaram de análise e compreensão ampla do mundo.

Benefícios e custos da homofobia. O frame neoliberal e a luta por identidades

Leila van Rinsum

2015-03-30, Edição 82


c c EC
As lutas da comunidade LGBT estão ligadas às lutas universais para libertação do povo da hegemonia do mundo capitalista do homem-branco e seus aliados. Mas o opressor - e até mesmo ativistas - têm dividido nesta luta e reduziu-a a uma questão de identidade.

Opressão não governamental e juventude no Kenya.

Wangui Kimari e Ruth Nyambura

2015-03-30, Edição 82


c c PSTU
As ONGs fazem um bom trabalho, certamente, mas eles não podem escapar a acusação de que muitas vezes eles estão focados em profissionalizar "desenvolvimento" e as lutas das pessoas através de seu constante fornecimento de estatísticas, relatórios e estudos de caso. Raramente estas organizações combatem injustiças estruturais enraizadas que sustentam os problemas que tentam resolver.

Charlie Hebdo’, Nigéria, Salvador...

Rosane Borges

2015-03-23, Edição 81


c c GLD
Num mundo que se quer transparente, onde tudo ou quase ganha visibilidade, porções significativas de fatos e ocorrências de inegável importância são relegadas à sombra. As tragédias recentes, a exemplo do ataque ao semanário francês Charlie Hebdo, das mortes na Nigéria e da chacina de jovens negros em Salvador nos levam a tensionar o par visibilidade-invisibilidade a partir do instituto jornalístico. Para tanto, recorremos aos conceitos de biopoder e necropolítica na chave explicativa dos pensadores Michel Foucault, Achille Mbembe e Sueli Carneiro.

A greve e o silêncio: um professor explica o que a mídia tenta esconder

Pedro Ramos de Toledo

2015-03-23, Edição 81

Na rede pública do Estado de São Paulo, a angústia, a insatisfação e a sensação de fracasso profissional não faltam um único dia. Não abonam, não tiram licença médica e podem ser encontrados na sala dos professores das 7h às 23h, diariamente, entre a copa do cafezinho e a sala da direção.

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